Alocação de ativos é como o seu dinheiro se divide entre grandes categorias — ações, renda fixa, caixa, imóveis — e não quais papéis específicos você escolhe dentro de cada uma.
Estudos sobre comportamento de carteira encontram de forma consistente que essa divisão explica muito mais da variação dos retornos ao longo do tempo do que a escolha individual. Na prática, ela é guiada por duas coisas: quanto tempo falta até você precisar do dinheiro, e quanta oscilação você tolera sem abandonar o plano. Uma alocação que você aguenta segurar num ano ruim ganha de uma teoricamente superior que você abandona no meio dele.