Diversificação é espalhar o dinheiro por ativos, setores e regiões diferentes para que nenhuma perda isolada seja decisiva.
Ela não elimina risco nem evita perdas quando o mercado cai de forma ampla. O que ela elimina é o risco específico de uma empresa ou setor — aquele que não é remunerado, porque ninguém te paga a mais por concentrar tudo numa ação só. Na prática, uma carteira diversificada é sem graça de propósito: ela nunca vai ser a de melhor desempenho no ano, e também nunca vai ser a pior.